Na escola para os cegos, ela era tão boa aluna que foi convidada a ser professora quando se formou. E quem estudava com ela passava a apreciar sua simpatia, bem como as poesias e cantos que ela inventava. Quando uma epidemia de cólera assolou a escola, seu relacionamento com Deus cresceu muito. Após seu casamento, sofreu outra experiência marcante, à morte de seu único filhinho. Foi o esposo que a incentivou hinos para a igreja.
Ainda hoje suas composições são cantada; “Que segurança”, “A Deus demos glória”, “Sempre vencendo”, “Quero estar ao pé da cruz”, “Meu Senhor, sou teu”, “Vamos nós trabalhar”... Cada hino traduz o objetivo de uma vida que não perdeu o rumo.
Fanny disse;
“Não basta você ter uma música nos lábios. É preciso também uma música no coração”.